domingo, 14 de março de 2010

Enquanto caminhava para a luz solitária, no lado escuro da vida
queimou tudo que tinha por fora para aquecer o que portegia no seu interior.
longe do fim , longe do começo, no exato local de se perder.

Aguentou as dores e prosseguio.

terça-feira, 2 de março de 2010

Tropecei e cair.

O vento gritava grave e amedrontador, dentro dos dias e noites passei sem sentir, querendo voar esperando pelo depois, que vinha me batendo.
Socos mudos e dolorosos, eu girtava e gritava , mas o vento era mais forte e mais forte.
Então eu parei de cair a porra do vento venceu (por segundos) a gravidade, dois solavancos sustentos e fui para cima, mas voltei a descer como se estivese pagando uma divida para o abismo, foda-se tudo que eu não entendia, quero paz, quero calmaria, e o vento gritou me jogando mais rapido pra baixo, desiquilibrando pra esquerda, pra direita, " EU QUE LUTAR", e encontrei o mar, ondas e pedras. O vento era só som agora, quem me batia era a agua salgada contra rochas. E eu tinha que fazer.

Nadar, vencer a rebentação
Nadar, contornar a montanha
Na areia virgem sangra
Na areia sagrada me curar.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Banjo e decadência

O vinho já está acabando
A musica cada vez mais alta
A cabeça latejando
O suor escorre, não estamos no inverno
Todas gotas escorrem.

Beber até cair, viver pra beber
A noite é tão longe do dia, horas de viagem
O que fizemos ontem foi um absurdo mudo
Todos o metais eram boêmios
Os meus erros foram por preguisa
Agora acorde jé é tarde
A voz que acorda é doce e cheia
Igual a uma guitarra semi-acustica
Captador do braço, grave.

Não havia nada lá
Só o mesmas canções de sempre
Musica ao contrario, mentiras vazias. surdo
Ilusão brilhante, danças de tribos trazidas
Um blues me cai melhor que uma antepassada batida
Odeio a tarde desso linda.

Enquanto uivei a noite passada junto a pequena multidão
Morcego solava, pequenas doses de coca-cola pra aliviar
A vodka que tomava.

Antes de apagar.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Preto

A luz se apagou.
E agora? metade que nós somos se foi,
O que restou foi instinto e oportunismo

Corra para as cavernas,
Espere pelo sol.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Olhando o salão de dança

Tenho medo de morrer cedo
Tenho medo de te dar tudo
Agora que sou nada
Agora que a musica parou
Agora que a confusão cessou.

Tenho que te matar pra não te ter
Tenho que fazer tudo por você
Tudo perder o seu lugar
Tudo esvaziar, sair para o nada.

Onde esta o álcool?

Tenho que fazer tudo queimar
Queimar tudo por dentro
fazer um incendio, queiar tudo por dentro
A dança não adianta de nada
Chove lá dentro, tudo é frio, sabe?
As ultimas palavras são as menos descentes.

Vou me deixar sem querer numca ter que fazer isso igual novamente
Não confio mas no coração
Nunca mais confiarei.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Aquariano?

Não uso palavras complicadas
Não tento te enganar com outros eus
Erro muito, mas percebo que com outras palavras não serei um enganador,
sim um outro que nesse momento é isso e não aquilo.

Tudo se desfaz sobre agua da nascente, isso que você segui, pra mim não basta.
Não tenho nada a seguir, vejo o mar e entro me molho, saindo com areia no pé o vento vem soprar minha vida, eu sou do ar!!!
O escuro me abriga quando eu quero, a luz que nos ilumina te controla
O beijo não é só da boca, o filho não é só da mãe, no código binário exite um erro uqe é o numero dois.

A dor, ardor, adorar, amar tudo se mistura tudo se desfaz
Agora eu não tenho mais.
Elas se foram, o você é outra e eu não sou o mesmo

Tudo se desfaz, eu não (sou)tenho mais.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

DescomplicaçãoEmProcessoDeOrganizaçãodoCorpoMente
ApeleAlmejandonaAguaAzul

Prometo estar melhor em breve!!!!
juro

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Aqui está minha garrafa
Aqui está a minha dor
Aqui está o minha ilusão
o excesso é meu irmão

Isso vai te consumir
o compasso sempre foi assim
quatro por quatro
não devo mais insitir.

sábado, 19 de setembro de 2009

Esperando

Ela disse que a vida era longa
Enquanto a mim, tenho medo de perde-la
Logo vimos que viver era difícil
difícil era conter a tristeza que vinha dela
Mas eu, estava ficando bebado.
O que uma conversa pode fazer?
Tentei cura-la com minha alegria
Mas logo vi que tinha tristeza dentro de mim
Pois eu já tinha vivido antes tambem,
e o meu passado tinha me saltado os olhos
tocado a minha pele e falado comigo minutos antes
Mas não me beijado, não me amado, não me feito realmente bem
Como é difícil viver com a emoção aos lados
Então quis o abraço dela todas as suas confidênicas
e suas palavras que são iguais as minhas.

Foi quando ela disse aflita que esperava boas notícias
e um pouco de minha serenidade, por um momento fiquei serio
o maximo que consegui, tentei tirar sua aflição
todos os meus esforço se foram
mas ela quis esperar até a ultima condução
Falei, mas ela não acreditou que tudo ia dar certo
Quem sabe? perguntei
-pode ser a vida dando uma lição, um susto
Um sorriso ganhei
Antes de ir ela prometeu que me ligava de manhã cedo

Agora pensando nos meus erros
e sentindo um pouco de dor
Eu espero

sábado, 12 de setembro de 2009


Laís foi minha deusa, Laís foi meu demonio
Tudo se renova, tudo se transforma

Agora sou cristão