quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Banjo e decadência

O vinho já está acabando
A musica cada vez mais alta
A cabeça latejando
O suor escorre, não estamos no inverno
Todas gotas escorrem.

Beber até cair, viver pra beber
A noite é tão longe do dia, horas de viagem
O que fizemos ontem foi um absurdo mudo
Todos o metais eram boêmios
Os meus erros foram por preguisa
Agora acorde jé é tarde
A voz que acorda é doce e cheia
Igual a uma guitarra semi-acustica
Captador do braço, grave.

Não havia nada lá
Só o mesmas canções de sempre
Musica ao contrario, mentiras vazias. surdo
Ilusão brilhante, danças de tribos trazidas
Um blues me cai melhor que uma antepassada batida
Odeio a tarde desso linda.

Enquanto uivei a noite passada junto a pequena multidão
Morcego solava, pequenas doses de coca-cola pra aliviar
A vodka que tomava.

Antes de apagar.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Preto

A luz se apagou.
E agora? metade que nós somos se foi,
O que restou foi instinto e oportunismo

Corra para as cavernas,
Espere pelo sol.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Olhando o salão de dança

Tenho medo de morrer cedo
Tenho medo de te dar tudo
Agora que sou nada
Agora que a musica parou
Agora que a confusão cessou.

Tenho que te matar pra não te ter
Tenho que fazer tudo por você
Tudo perder o seu lugar
Tudo esvaziar, sair para o nada.

Onde esta o álcool?

Tenho que fazer tudo queimar
Queimar tudo por dentro
fazer um incendio, queiar tudo por dentro
A dança não adianta de nada
Chove lá dentro, tudo é frio, sabe?
As ultimas palavras são as menos descentes.

Vou me deixar sem querer numca ter que fazer isso igual novamente
Não confio mas no coração
Nunca mais confiarei.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Aquariano?

Não uso palavras complicadas
Não tento te enganar com outros eus
Erro muito, mas percebo que com outras palavras não serei um enganador,
sim um outro que nesse momento é isso e não aquilo.

Tudo se desfaz sobre agua da nascente, isso que você segui, pra mim não basta.
Não tenho nada a seguir, vejo o mar e entro me molho, saindo com areia no pé o vento vem soprar minha vida, eu sou do ar!!!
O escuro me abriga quando eu quero, a luz que nos ilumina te controla
O beijo não é só da boca, o filho não é só da mãe, no código binário exite um erro uqe é o numero dois.

A dor, ardor, adorar, amar tudo se mistura tudo se desfaz
Agora eu não tenho mais.
Elas se foram, o você é outra e eu não sou o mesmo

Tudo se desfaz, eu não (sou)tenho mais.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

DescomplicaçãoEmProcessoDeOrganizaçãodoCorpoMente
ApeleAlmejandonaAguaAzul

Prometo estar melhor em breve!!!!
juro

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Aqui está minha garrafa
Aqui está a minha dor
Aqui está o minha ilusão
o excesso é meu irmão

Isso vai te consumir
o compasso sempre foi assim
quatro por quatro
não devo mais insitir.

sábado, 19 de setembro de 2009

Esperando

Ela disse que a vida era longa
Enquanto a mim, tenho medo de perde-la
Logo vimos que viver era difícil
difícil era conter a tristeza que vinha dela
Mas eu, estava ficando bebado.
O que uma conversa pode fazer?
Tentei cura-la com minha alegria
Mas logo vi que tinha tristeza dentro de mim
Pois eu já tinha vivido antes tambem,
e o meu passado tinha me saltado os olhos
tocado a minha pele e falado comigo minutos antes
Mas não me beijado, não me amado, não me feito realmente bem
Como é difícil viver com a emoção aos lados
Então quis o abraço dela todas as suas confidênicas
e suas palavras que são iguais as minhas.

Foi quando ela disse aflita que esperava boas notícias
e um pouco de minha serenidade, por um momento fiquei serio
o maximo que consegui, tentei tirar sua aflição
todos os meus esforço se foram
mas ela quis esperar até a ultima condução
Falei, mas ela não acreditou que tudo ia dar certo
Quem sabe? perguntei
-pode ser a vida dando uma lição, um susto
Um sorriso ganhei
Antes de ir ela prometeu que me ligava de manhã cedo

Agora pensando nos meus erros
e sentindo um pouco de dor
Eu espero

sábado, 12 de setembro de 2009


Laís foi minha deusa, Laís foi meu demonio
Tudo se renova, tudo se transforma

Agora sou cristão

segunda-feira, 7 de setembro de 2009


Esse mundo me cerca num beco sem saída
Mandando tomar um gole de vida
Claramente eu vejo que o mando inteiro gira
Em torno de si como uma grande

Agora tudo si afasta diferente de antes
Meus esforços duram poucos instantes
O mundo me deixa só com o resto do monte
Mas ainda estou com o gole de antes

Eu ando por ruas nado em avenidas
Faço o que eu posso onde esta a vida
Não quero me perder compro um mapa que avisa
Pise firme no chão e entre nessa corrida

Assim eu escuto, quem disse que era fácil?
O tempo é o único que corre fiel e sem cansaço
Pra frente e pra cima, pros lados e pra baixo.
Com tudo isso agora, numa canção me faço.

domingo, 30 de agosto de 2009

Meio

Pô isso tudo terminou como se não tive-se começado